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No meio do caminho tinha um livro...literalmente!

Postado por Carla Façanha On 08:42:00 0 comentários

Bicicloteca é um projeto financiado pelo programa VAI que possibilitou a instalação de uma Bicicloteca no campo limpo, em São Paulo. A Bicicleta fica no ponto de ônibus e as pessoas podem pegar os livros emprestados gratuitamente.




Imagens que falam muito... um exemplo que move montanhas.
No meio do caminho tinha um livro...literalmente!


Com vocês...


BICICLOTECA!


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José Mindlin

Postado por Carla Façanha On 19:49:00 0 comentários


Empresa argumenta que acordo não prejudicará as bibliotecas.


Departamento da Justiça dos EUA fala em violação de direitos autorais.
O Google argumentou de forma veemente e eloquente que o acordo a que chegou com a Authors Guild para digitalizar milhões de livros é legal e contribuirá para o conhecimento humano.


O ambicioso plano do Google foi elogiado por expandir o acesso aos livros, mas o Departamento da Justiça dos Estados Unidos o criticou em 4 de fevereiro por diversos motivos, argumentando que constituía uma potencial violação de leis antitruste e de direitos autorais.



O Google discordou, afirmando na quinta-feira (11) que o acordo reformulado respeita as leis. "Com uma possível exceção significativa, as partes tentaram implementar todas as sugestões que os EUA (Departamento da Justiça) fizeram em seus comentários de setembro", afirmou o grupo líder em buscas na Web.



A exceção foi uma decisão de manter os livros como parte do projeto, a não ser que os autores peçam especificamente a exclusão. Localizar todos os autores em questão e conseguir que assinem autorização para o programa "evisceraria os propósitos do acordo reformulado", afirmou a companhia.



O Google também argumentou que o acordo não prejudicará as bibliotecas e que não vai impor qualquer obstáculo a outros grupos interessados em digitalizar livros.



"O acordo permitirá que as partes tornem disponíveis para pessoas de todo o país milhões de livros que estão fora de catálogo", afirmou o Google em sua petição. "É esse exatamente o tipo de inovação benéfica que as leis antitruste foram criadas para encorajar, e não frustrar."



O Google também criticou empresas rivais, apontando para o fato de que a Microsoft havia abandonado seu projeto com relação a livros.



"Concorrentes como a Amazon.com despertam ansiedades sobre a potencial posição de mercado do Google, mas ignoram seu próprio domínio inabalável do mercado", afirmou o Google em sua petição.



A Open Book Alliance, formada por rivais empresariais do Google, algumas bibliotecas, grupos de escritores e outros consórcios de digitalização de livros, rejeitou os argumentos do Google.



"Apesar das manobras dos advogados do Google, o acordo revisto ainda oferece ao gigante das buscas e da publicidade online acesso exclusivo a livros que a empresa escaneou ilegalmente em detrimento de consumidores, autores e da competição", afirma o grupo em comunicado.



Um juiz norte-americano marcou uma audiência sobre o acordo do Google para 18 de fevereiro.



O acordo modificado foi acertado para resolver um processo coletivo aberto contra o Google por autores e editores que acusaram a empresa de infração de direito autoral ao escanear livros de bibliotecas de quatro universidades e da Biblioteca Pública de Nova York.



O Departamento de Justiça dos EUA recomendou em setembro que o novo acerto fosse rejeitado. Diante dessa e de outras oposições, o Google e o grupo de autores e editores fizeram uma série de mudanças ao acordo em novembro que não conseguiram eliminar as críticas ao projeto. 


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Biblioteca no Carandiru

Postado por Carla Façanha On 11:01:00 0 comentários

Veja que coisa mais magnífíca essa biblioteca! Fonte retirada do G1 Gllobo Notícias, onde vc pode conferir a reportagem na íntegra de Fernanda Calgaro. Confira também as fotos em 360º das áreas interna e externa. A Biblioteca teve um custo foi de 12,5 milhões e seu acervo possui 30 mil itens. UAUUUU! Quero muito conhecer!


Ampliar FotoFoto: Daigo Oliva/G1

Área externa da Biblioteca de São Paulo, que vai abrigar um café e espaço para atividades e oficinas (Foto: Daigo Oliva/G1)

No local onde funcionava a Casa de Detenção do Carandiru, na Zona Norte de São Paulo, será inaugurada nesta segunda-feira (8) a Biblioteca de São Paulo. A abertura ao público será na terça.

Com pufes coloridos e poltronas confortáveis, o novo espaço cultural, que ocupa um pavilhão de 4.257 m2, foge do estereótipo da biblioteca pública com ar austero e lembra mais uma livraria moderna de grande rede.

A inauguração marca a etapa final da mudança do lugar que chegou a ser o maior presídio da América Latina, com cerca de 8.000 presos e foco de constantes rebeliões e fugas. A transformação começou em 2002, quando os primeiros pavilhões com as celas foram implodidos e deram origem, anos depois, ao Parque da Juventude. Dos sete pavilhões originais, somente dois foram mantidos e, depois de reformados, passaram a abrigar uma escola técnica.

"É com muita alegria que vamos ocupar esse lugar de tão triste memória”, afirma o secretário estadual de Cultura, João Sayad.

A biblioteca foi pensada com o objetivo de incentivar a leitura e será um centro de treinamento para todas as bibliotecas municipais que existem no estado de São Paulo.

"O frequentador vai encontrar os livros expostos pela capa, sem pretensão didática ou de erudição. Vão estar ali os livros mais procurados e os lançamentos recentes. O local pretende ser uma biblioteca que chama o público para ler. Vai ter Playboy, Claudia, Capricho e Caras", enumera Sayad.

  

 O prédio da biblioteca foi erguido inicialmente com a proposta de abrigar eventos e exposições, mas ficou fechado por alguns anos, sem nunca ter sido usado. Por causa das dimensões e do fácil acesso -fica em frente à estação do metrô Carandiru- foi escolhido para a biblioteca.

Da construção original, que, com suas paredes de vidro, privilegia a integração com o verde do parque, pouco precisou ser mudado. "As intervenções incluíram colocação de revestimento e isolamento acústico, mas a estrutura não foi mexida", afirma a idealizadora e gestora do projeto, Adriana Ferrari, assessora de gabinete da secretaria.

O investimento de implantação foi de R$ 12,5 milhões (R$ 10 milhões do estado e R$ 2,5 milhões do Ministério da Cultura). O custeio será de R$ 4 milhões. Uma verba adicional de R$ 1 milhão deve ser destinada todo ano para a atualização do acervo.

Com cerca de 30 mil itens, que incluem livros, DVDs, CDs, revistas, quadrinhos e jornais, a biblioteca dispõe de equipamentos de última geração, como um terminal de auto-atendimento, que permite ao usuário cadastrado liberar o empréstimo sozinho. Também há a preocupação com acessibilidade: o local tem de elevador e impressora em braile a software que faz a leitura em voz alta. O acesso à internet será de graça e computadores estão espalhados por todos os lados.

"A ideia é usar esses recursos concorrentes do livro, como a internet, a música e o DVD, para atrair o interesse pela leitura", diz Adriana. De "Dom Casmurro" ao "Diário de Bridget Jones", o acervo promete agradar a todos os gostos e ter um pouco de tudo.


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Bibliotando por aí...


Nasceu neste mês de dezembro mais um blog idealizado por alunos de Biblioteconomia, o Blog da Biblioteca do Padre Cícero, formado pelas alunas do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Campus Cariri, voluntárias no projeto que visa divulgar a restauração e preservação que é realizada na Casa- Museu Pe. Cícero, resgatando assim, a memória do Pe. Cícero e conseqüentemente a de Juazeiro do Norte. Saiba como surgiu esse projeto e conheça um pouco mais desse espaço tão importante para a cultura caririense:

"O projeto de restauração surgiu a partir da preocupação de manter viva a memória do Padre Cícero.

A biblioteca é composta por 600 livros que perteceram ao Padre Cícero. São livros em várias línguas, sobre diversos temas, entre eles: direito, teologia, filosofia, medicina, dicionários, estudos sobre remédios e terapias. A biblioteca fica situada na rua São José, casa onde o sacerdote passou seus últimos dias de vida na cidade de Juazeiro do Norte.

Por não ter conhecimentos específicos tais como: guarda adequada para o material ou até mesmo o próprio manuseio adequado, os livros entraram em processo dedeterioração, sendo assim necessário o trabalho de profissionais da área. O projeto tem como administrador o Padre Venturelli e está sendo levado a frente pela aluna debiblioteconomia da Universidade Federal do Ceará – Campus Cariri, Deusimária Dantas, que vem desenvolvendo o trabalho de digitalização epreservação do material, numa atividade que envolve 15 voluntárias todas do mesmo curso da UFC Cariri".

Quem participa do projeto?

Coordenadora
Deusimária Dantas - deusimariadantas@yahoo.com.br

Voluntárias:
Alla Moanna Cordeiro - allamoanna17@hotmail.com
Ana Cristina Lúcio - 
anacristina.lucio@yahoo.com.br
Danilene Mendonça - danileneatm@hotmail.com
Gisele de Lima - giselelteixeira@gmail.com
Jaiene Gomes - j
aienegomes@yahoo.com.br
Júccia Nathielle Nascimento - juccia_ufc@yahoo.com.br
Maria Daniele Lungas - dani_ufcjua@yahoo.com.br 




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Observo a algum tempo, discursos inflamados por parte de alguns bibliotecários, professores e alunos da Biblioteconomia no que se refere a Interdisciplinaridade da Biblioteconomia e os reflexos dessa interdisciplinaridade no mercado de trabalho, diversificando as possibilidades de atuação desse profissional. Esse leque de opções mostra que o bibliotecário não se limita a atuar somente no espaço da biblioteca, isso é muito bom, porque as mais variadas aptidões podem ser aproveitadas. Ter imensas possibilidades de desempenhar o trabalho de bibliotecário não tem nada de errado, pelo contrário, é uma conquista da Biblioteconomia e da capacidade em formar profissionais cada vez mais flexíveis, criativos e conscientes de que a informação não está somente inserida em livros e bibliotecas, está em todos os lugares, ela já não se concentra hoje somente dentro dos espaços tradicionais de atuação do bibliotecário: bibliotecas públicas, universitárias, escolares, infantis, especializadas e comunitárias.
Porém o que questionamos é que a maioria desses "discursos inflamados" que atraem cada vez mais adeptos ao curso, acabam tornando a profissão cada dia distante da biblioteca, porque não há uma ênfase em dinamizar e modernizar o espaço biblioteca. Dessa forma a biblioteca se torna um "monstro", lugar de apatia e mofo, da velhinha magra ou gorda, de óculos, café na mesa, e na boca o psiu! E aqui relembro a impotância da biblioteca como espaço de múltiplas culturalidades, impregnada de "ditos e não ditos" e de memórias contruídas, desconstruídas, espaço de criação e recriação. Espaço esse que está deixando de ser repensado, inovado, por grande parte de estudantes que acabam sendo movidos por esses discursos, replicando os mesmos discursos, muitas vezes sem refletir as consequências de que necessariamente novos espaços não tornam os espaços tradicionais,velhos. Não os transformam em "monstros" mofados e fédidos. Fica então a pergunta...
Quem se atreverá a adentrar em um local onde os próprios bibliotecários estão fugindo à léguas?
O espaço da biblioteca ainda pertence ao bibliotecário, se é feio e chato, talvez precise ser repensado, talvez a criatura esteja se tornando maior que o criador. Podemos comparar tudo isso a criação de um filho problemático, que muitas vezes se revolta e foge ao controle dos pais, e em vez de lutar pela resolução desses problemas, os "pais frustrados" ignoram tal situação, se recolhem a outros espaços, para bem longe do "monstro" que eles próprios criaram.
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Pânico na Biblioteca por Eoin Colfer

Postado por Carla Façanha On 20:12:00 1 comentários



 Você já viu, ouviu ou viveu esse tipo de experiência? Postei aqui alguns trechos desse livro, aproveite, baixe o livro e leia na íntegra. É um livro infantil e possui apenas 26 páginas. Confira aqui!


"...Havia uma varanda do lado de fora da biblioteca. As paredes eram cobertas de cartazes sobre coisas como grupos de leitura e concursos de arte. Tudo muito educativo. Olhamos as figuras nos cartazes, de qualquer maneira. Qualquer coisa para adiar a entrada na biblioteca e ter que encarar dona Batata. Ficamos ali até mamãe subir a escada e bater no vidro.
Não tínhamos alternativa a não ser entrar. Era exatamente o que eu temia. Não havia nada lá a não ser livros. Livros só esperando para pular das prateleiras e me fazer de bobo. Eles pareciam me observar de seus poleiros. Eu os imaginei se cutucando.
“Olha”, diziam eles. “Mais duas crianças se divertindo muito. Vamos logo dar um fim nisso.”
A biblioteca parecia continuar para sempre. Filas e mais filas de estantes de madeira, lotadas do chão ao teto. Cada fila tinha uma escada com rodinhas nas pontas. Aquelas escadas teriam dado ótimas aventuras, mas a chance de uma criança poder se divertir de verdade ali era zero.
— O que vocês querem? — disse uma voz vinda do outro lado da biblioteca.
Meu coração se acelerou ao som daquela voz. Era como dois pedaços de metal enferrujado sendo esfregados um no outro. Prendi a respiração e olhei para a sala enorme. Uma velha estava inclinada sobre uma mesa enorme de madeira, as juntas maiores que umas bolas. O cabelo grisalho estava preso tão apertado que as sobrancelhas foram para o meio da testa. Ela parecia ao mesmo tempo surpresa e irritada. Era dona Batata, sem dúvida nenhuma.
— Eu disse, o que vocês querem? — repetiu ela, batendo na mesa com um carimbo.
Fomos até a mesa dela agarrados um no outro como dois macacos assustados. Havia uma caixa cheia de carimbos na mesa, e mais dois pendurados em seu cinto como revólveres.
Dona Batata olhou para baixo de uma altura enorme. Ela era grandona. Mais alta do que o meu pai, e mais larga do que a mamãe e minhas duas tias amarradas juntas. Os braços eram magros como de um robô e os olhos pareciam dois besouros pretos por trás dos óculos.
— A mamãe disse que temos que nos inscrever na biblioteca — eu disse.
Uma frase completa. Nada mau, nestas circunstâncias.
— Era só o que me faltava — rosnou dona Batata. — Mais dois diabinhos bagunçando minhas estantes. — Ela pegou uma caneta e dois cartões na gaveta.
— Nome?
— D-d-dona Ângela — gaguejei. Dona Batata suspirou.
— O meu nome não, palerma. O nome de vocês.
— Eduardo e Marcos Medeiros! — gritei, como um cadete do exército.
Tínhamos entregado nossos nomes e o endereço foi o seguinte. Fiquei meio preocupado com isso. Agora dona Batata sabia onde morávamos e podia nos rastrear se esquecêssemos de devolver um livro.
A bibliotecária preencheu os cartões, carimbando-os depois com o timbre da biblioteca.
— Cartões rosa — disse ela, entregando-os a nós. — Rosa significa infantil. Rosa significa que vocês ficam na seção infantil da biblioteca.
Marquinhos percebeu que os banheiros ficavam na seção dos adultos.
— E se a gente tiver que... ir.
Dona Batata atirou o carimbo de volta na caixa, batendo a tampa.
— Pense nisso antes — disse ela. — Vá antes de chegar aqui.
Dona Batata nos levou por longos corredores de tábua corrida para a seção infantil. Usava umas pantufas felpudas que poliam as tábuas enquanto ela deslizava.
— Esta — disse ela, apontando com um dedo calombento — é a seção das crianças.
A seção era na verdade uma única estante com quatro filas de livros. No chão, diante dela, havia um pequeno pedaço de tapete puído.
— Só tirem os pés do tapete para ir embora — alertou ela. — Qualquer idéia infantil que entre na cabeça de vocês, ignorem. Fiquem no tapete, ou haverá encrenca. — Ela se curvou até quase se dobrar, fazendo com que os seus olhos de besouro ficassem no mesmo nível dos meus. — Está claro?
Concordei com a cabeça. Estava claro. Sem dúvida nenhuma..." 

___________________________________________________


"...Então um dia aconteceu uma coisa estranha. Eu estava fingindo ler um livro chamado Finn McCool, o gigante da Irlanda, quando alguma coisa me pegou. Era a primeira frase da história.
Finn McCool, dizia, era o maior gigante da Irlanda.
Havia alguma coisa naquela frase. Era... interessante. Decidi ler um pouco mais. Eu não ia ler o livro todo, de jeito nenhum. Mas talvez só mais algumas frases.
Finn tinha um problema, dizia o livro. Angus MacTavish, o maior gigante da Escócia, queria brigar com ele.
Bom, agora eu não conseguia parar. Dois gigantes brigando! Talvez eu tivesse entendido como isso ia acabar. E aí li até o fim da página e continuei lendo direto. Antes que me desse conta, eu estava perdido na história de Finn McCool e Angus MacTavish. Tinha aventura, magia, batalhas e planos espertos. Montanhas explodiam e magos viravam duendes. Cabras mágicas falavam e princesas se transformavam em cisnes. Era outro mundo.
— Pronto para ir? — disse uma voz.
Olhei para cima. Era a mamãe.
— O que está fazendo aqui? — perguntei.
Havia sacolas de compras nas mãos da mamãe.
— O que acha que estou fazendo aqui? Está na hora de ir.
Abracei o livro no meu peito.
— Mas a gente acabou de chegar. São só...
Parei de falar quando vi o relógio da parede. Eram cinco da tarde. Eu estava lendo um livro há quase duas horas. Olhei para Marquinhos. Ele ainda estava lendo! Um livro com uma imagem de um dragão na capa. O que estava acontecendo aqui?
— Agora vamos, seu pai vai ficar esperando.
Para meu completo assombro, eu percebi que não queria deixar meu livro para trás. E Marquinhos também não..."
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A casa de Aquino: Biblioteca dos sonhos meus...

Postado por Carla Façanha On 22:49:00 0 comentários
A Casa Aquino está em Morelos, no México. Ela foi projetada pelo arquiteto Augusto Fernandez, que enfatizou a madeira e a pedra, o que ajudou a construção a mimetizar as cercanias naturais e a atender a uma série de restrições legais da região. Obviamente, o que mais me chama a atenção é a biblioteca. Por sinal de muito bom gosto. Palmas e viva Augusto Fernandez!!!! Quem sabe um dia terei a minha!
Andei bisbliotando por ai e encontrei este post, vc pode ver mais em http://freshome.com/2008/06/03/casa-aquino-by-augusto-fernandez-mas/


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    Eu sou assim...

    Minha foto
    Fortaleza/ Juazeiro do Norte, Ceará, Brazil
    Professora em Juazeiro do Norte pela UFC Campos Cariri e apaixonada pelas boas coisas da vida: Deus, família, meu esposo, amigos, biblioteconomia... Mestranda em CI pela UFPB com o tema de pesquisa intitulado "Uma proposta de categorização dos ex-votos do Casarão: o museus do Padre Cícero em Juazeiro do Norte". Atuo na área de Recursos e Serviços de Informação. Outros nteresses de pesquisa: memória e representação da informação.
    IBSN: Internet Blog Serial Number 24-01-2008-25