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Ranganathan continua em cena: recensão

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Google volta a defender acordo para digitalização de livros

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O Filme Central do Brasil: um olhar diferente

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A fusão entre o silêncio e o contraste da modernidade

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Reflexões de Milanesi em seu blog

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Bibliotando por aí...


Nasceu neste mês de dezembro mais um blog idealizado por alunos de Biblioteconomia, o Blog da Biblioteca do Padre Cícero, formado pelas alunas do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Campus Cariri, voluntárias no projeto que visa divulgar a restauração e preservação que é realizada na Casa- Museu Pe. Cícero, resgatando assim, a memória do Pe. Cícero e conseqüentemente a de Juazeiro do Norte. Saiba como surgiu esse projeto e conheça um pouco mais desse espaço tão importante para a cultura caririense:

"O projeto de restauração surgiu a partir da preocupação de manter viva a memória do Padre Cícero.

A biblioteca é composta por 600 livros que perteceram ao Padre Cícero. São livros em várias línguas, sobre diversos temas, entre eles: direito, teologia, filosofia, medicina, dicionários, estudos sobre remédios e terapias. A biblioteca fica situada na rua São José, casa onde o sacerdote passou seus últimos dias de vida na cidade de Juazeiro do Norte.

Por não ter conhecimentos específicos tais como: guarda adequada para o material ou até mesmo o próprio manuseio adequado, os livros entraram em processo dedeterioração, sendo assim necessário o trabalho de profissionais da área. O projeto tem como administrador o Padre Venturelli e está sendo levado a frente pela aluna debiblioteconomia da Universidade Federal do Ceará – Campus Cariri, Deusimária Dantas, que vem desenvolvendo o trabalho de digitalização epreservação do material, numa atividade que envolve 15 voluntárias todas do mesmo curso da UFC Cariri".

Quem participa do projeto?

Coordenadora
Deusimária Dantas - deusimariadantas@yahoo.com.br

Voluntárias:
Alla Moanna Cordeiro - allamoanna17@hotmail.com
Ana Cristina Lúcio - 
anacristina.lucio@yahoo.com.br
Danilene Mendonça - danileneatm@hotmail.com
Gisele de Lima - giselelteixeira@gmail.com
Jaiene Gomes - j
aienegomes@yahoo.com.br
Júccia Nathielle Nascimento - juccia_ufc@yahoo.com.br
Maria Daniele Lungas - dani_ufcjua@yahoo.com.br 




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Slide de divulgação do livro: Gestão 2.0

Postado por Carla Façanha On 13:21:00 0 comentários

Gestão 2.0
Autor: Terra, Jose Claudio, Ph.D.
Editora: Elsevier - Campus
Categoria: Administração / Administração Geral
Assim como outras tendências que começaram fora do ambiente empresarial, a Web 2.0, embora ainda um fenômeno da Internet aberta, já é vista por organizações-líderes como uma ferramenta corporativa com muitas aplicações. Nos últimos anos, executivos de diversas empresas começaram a perceber que estas ferramentas e conceitos podem transformar a maneira como as empresas se organizam e são geridas. Esta é exatamente a proposta deste livro:

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O livro YouTube e a Revolução Digital

Postado por Carla Façanha On 17:09:00 0 comentários



O QUE DIZ A ORELHA DO LIVRO...


"Em outubro de 2005, Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim estavam no lugar certo, na hora certa, com a plataforma digital certa. O fundadores do YouTube não esperavam que seu site aparentemente simples e sem grandes pretensões sobre outros sites de vídeos na internet fosse torná-los biblionários. Comprado pela Google Inc. em outubro de 2006 por 1,65 bilhão de dólares, o YouTube é hoje um dos sites mais visitados do planeta e conta com cerca de 100 milhões de vídeos disponíveis aos seus usuários.
Se a princípio o YouTube se mostrava como um curioso repositório de vídeos para o usuário comum, nos bastidores desse gigante acontecem disputas e acordos legais entre as grandes empresas de entretenimento, como Viacom, Fox, e Rede Globo, e a Goolgle Inc. Mas o que deixa tudo mais interessante é o poder que os usuários do site tem sobre esse veículo.
Em YouTube e a Revolução Digital, os autores analisam detidamente os personagens que habitam esse cenário, suas relações e interação na rede social; e o quanto devemos aos milhões de anônimos que fizeram do YouTube o que ele é hoje. Enquanto isso, um equilíbrio delicado entre números de audiência e usuários se forma e conquista espaços anteriormente dominados pelas mídias tradicionais, que agora tentam definir se o YouTube é seu aliado ou inimigo.
A liberdade de expressão que o YouTube representa, suas conquistas e o que ele pode vir a se tornar são elementos que moldam nossa visão da cultura participativa e seus ecos na sociedade contemporânea, da educação à publicidade, ressoando em cada setor da atividade humana afetado por essa ferramenta global, gratuita e aberta a participação de qualquer um. Inclusive VOCÊ".


OS AUTORES...


Jean Burgges é pós-doutorado em pesquisa pelo Centro de Excelência para Inovações e Meios Criativos da Universidade de Tecnologia de Queensland, Austrália.
Joshua Green é coordenador de pesquisas do Convergence Culture Consortium no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e pós-doutorado no programa de Estudos DE Mídia Comparativa.


SINÓPSE...


"Em YouTube e a Revolução Digital, Jean Burgess e Joshua Green desdobram o passado, o presente e o futuro dessa incrível ferramenta digital sob o ponto de vista social, criativo e acadêmico, abrindo caminho para deduções que vão alterar radicalmente o modo como VOCÊ entende a comunicação na era da internet e a liberdade de expressão.
Com textos complementares de Henry Jenkins - autor de Cultura da Convergência - e de John Hartley - autor de Criative Industries -, esse livro é leitura essencial para quem se interessa pelo futuro da comunicação, da economia e da educação. A completa imersão dos autores no universo desse fenômeno da cultura participativa e das redes sociais garante ao leitor o acesso a segredos e informações que somente uma pesquisa tão apurada poderia revelar".
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Alguns princípios do hipertexto

Postado por Carla Façanha On 14:42:00 0 comentários

Dentro desse universo de significações que é o pensamento humano, tenho a audácia de classificá-lo como um imenso hipertexto, onde cada um em sua escala, receptor, produtor e objeto, constroem e remodelam universos de sentidos, e que Lévy classifica como “mundos de significações”. De acordo Lévy (1997, p. 25 e 26), o hipertexto possui alguns princípios abstratos: o primeiro deles é o princípio da Metamorfose, onde “a rede hipertextual está em constante construção e renegociação”. O segundo é o princípio da Heterogeneidade, em que “os nós e as conexões de uma rede hipertextual são heterogêneos. Na memória são encontrados imagens, sons, palavras, diversas sensações, modelos, etc.; e as conexões serão lógicas, afetivas, etc.” Há o princípio de Multiplicidade e de Encaixe das escalas, onde “o hipertexto se organiza em um modo ‘fractal’, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando analisado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma rede”. O quarto é o princípio da Exterioridade, “a rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e sua diminuição, sua composição e sua recomposição permanente dependem de um exterior indeterminado: audição de novos elementos, conexões com as outras redes, excitação de elementos terminais (captadores)”. O quinto, o princípio de Topologia, consiste em que “tudo nos hipertextos funciona por proximidade e por vizinhança”; e por fim o princípio de Mobilidade dos centros, “a rede não tem centro, ou melhor, possui permanentemente diversos centros que são como pontas luminosas perpetuamente móveis”.
Esses princípios traduzem a idéia de hipertexto  em que pode ser percebido além de um texto escrito ou digitalizado, ou as interconexões da Internet e multimídia, observamos algo mais profundo, onde tudo se inicia em nossa cognição e a partir dessa segue-se extensões que se materializam em livros, textos, discursos, etc.
A idéia de hipertexto foi enunciada pela primeira vez por Vanevar Bush em 1945, através de um artigo intitulado “As we may think”. Bush era um matemático e físico renomado que havia concebido, nos anos trinta, uma calculadora analógica ultra-rápida e que tinha desempenhado um importante papel para o financiamento do ENIAC, a primeira calculadora eletrônica digital. Bush achava os sistemas de indexação e organização de informações, eram artificiais, pois a ordenação era puramente hierárquica, e na sua concepção
 a mente humana não funciona desta forma, mas sim através de associações. Ela pula de uma representação para a outra ao longo de uma rede intricada, desenha trilhas que se birfucam, tece uma trama infinitamente mais complicada do que os bancos de dados de hoje ou os sistemas de informação de fichas perfuradas existentes em 1945. (BUSH, 1945. apud LÉVY, 1997).

O autor reconhece que não seria possível duplicar o “processo reticular que embasa o exercício da inteligência”, mas propõe que apenas nos inspiremos nele. Ou seja, Bush um dispositivo que parecesse com a mente humana, no que diz respeito ao que ocorre na cognição, nos processos de interações, negociações, etc. como já abordamos anteriormente.
O que queremos dizer com tudo isso, é que o homem tenta materializar a forma como a mente humana trabalha. Com isso, surgem os imensos hipertextos, em programas de computador e internet, tornando a leitura seja de um texto escrito tradicionalmente ou um texto de multimídia, um espaço em que a cognição possa trabalhar livremente. Vejamos agora um exemplo da Bairon de um espaço multimidiático (hipertexto) e depois comparemos com os processos de cognição:
 O texto é colorido e as letras, eterna surpresa; a imagem por ser surpreendente e a surpresa opcional; o som aparece ou não e, ao cansarmos de escutar, olhamos, cansando de olhar, lemos; cansando de ler, dialogamos com hindus ou chineses, e no velho estilo, cansando de tudo, desligamos. (BAIRON, 1995, p.69).

Quero abrir uma ressalva e, “bater palmas”, para as palavras de Bairon no texto anteriormente citado, uma verdadeira “poesia tecnológica” e que se funde com o que acontece em nossa cognição, onde constantemente associamos textos, autores, discursos, imagens, cheiros, sons, gostos, etc. seguimos em frente e em certo ponto voltamos a um lugar  que irá nos remeter a um outro, e assim se move esse gigantesco hipertexto que é a  cognição.




BAIRON, Sergio. Multimídia. São Paulo: Global, 1995.

LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1997.

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Compreendendo a produção de sentido

Postado por Carla Façanha On 14:28:00 0 comentários

 Primeiramente precisamos compreender como acontece a produção de sentido do sujeito, onde acontece e a partir de que pressupostos ela se realiza.
Lévy (1997) propõe que essa produção de sentido se da a partir do ato de comunicação, onde é esta que define a situação que vai dar sentido as mensagens. Muitas vezes a troca e circulação das informações apenas simbolizam a necessidade de confirmar relações. Por exemplo, um bom dia, pode se distanciar da significação lingüística e representar implicitamente um ato de educação, de simpatia e de confirmar relações. De acordo com o autor, quando
conversamos sobre o tempo com um comerciante de nosso bairro, não aprendemos absolutamente nada de novo sobre a chuva ou o sol, mas confirmamos um ao outro que mantemos boas relações e que ao mesmo tempo nossa intimidade não ultrapassou um certo grau, já que falamos de assuntos anódinos, etc. (LÉVY, 1997, p.21).

Por detrás dos discursos estão aspectos representativos e simbólicos que o sujeito utiliza para transformar o sentido de uma mensagem, onde esses aspectos, sejam por palavras, frases, sinais, imagens, etc., se entrelaçam na sua cognição com uma rede de mensagens anteriores e tentem influir, seja criando ou recriando, o significado das mensagens futuras.
Tudo parte da imensa rede associativa que constitui o universo mental do sujeito, um universo que se encontra em metamorfose permanente. O que acontece é um encontro de campos, mensagens e associações, mediante um processo interacional, em que o sujeito retrabalha, reinterpreta um discurso recebido através de relações com suas experiência e vivências, produzindo, fabricando e vivendo um novo discurso.
Silva Neto (1998) chama essa produção de sentido como “capacidade inventiva dos sujeitos, que através das operações de bricolagem e das infinitas estratégias desviantes, vão escapando ao cerco montado pelas instâncias produtoras...” (SILVA NETO, 1998, p. 42). Ao se deparar com um texto, discurso ou mensagem, o sujeito, muitas vezes, inconscientemente coloca em ação aspectos singulares do seu dia a dia, de suas vivências, de outros textos, de ingredientes simbólicos e culturais, que vão fazer com que este “realize inferências, na tentativa de recuperar os implícitos, de preencher as lacunas, para construir o sentido do texto.” (TREVISAN, 1992, p.53). De acordo com Trevisan (1992, p.53)
o leitor/ouvinte deixa aflorar, nesse momento, seu conhecimento de mundo, suas crenças, suas vivências, que conduzem ao estabelecimento de conexões entre os enunciados e o levam a construir o sentido do texto, que lê ou escuta.



LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1997.



SIVA NETO, Casemiro. O receptor globalizado: para além das visões reducionistas do sujeito. REDES, Rio de Janeiro, v. 2, n.4, p. 40-50, jan./ abril 1998.




TREVISAN, Eunice Maria Castegnaro. Os modelos cognitivos. In: _______. Leitura: coerência e conhecimento prévio (uma exemplificação com o frame carnaval). Santa Maria: Ed. da UFSM, 1992. p. 29-53.

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    Eu sou assim...

    Minha foto
    Fortaleza/ Juazeiro do Norte, Ceará, Brazil
    Professora em Juazeiro do Norte pela UFC Campos Cariri e apaixonada pelas boas coisas da vida: Deus, família, meu esposo, amigos, biblioteconomia... Mestranda em CI pela UFPB com o tema de pesquisa intitulado "Uma proposta de categorização dos ex-votos do Casarão: o museus do Padre Cícero em Juazeiro do Norte". Atuo na área de Recursos e Serviços de Informação. Outros nteresses de pesquisa: memória e representação da informação.