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Ranganathan continua em cena: recensão

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Google volta a defender acordo para digitalização de livros

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O Filme Central do Brasil: um olhar diferente

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A fusão entre o silêncio e o contraste da modernidade

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Reflexões de Milanesi em seu blog

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Bibliotando por aí...


Nasceu neste mês de dezembro mais um blog idealizado por alunos de Biblioteconomia, o Blog da Biblioteca do Padre Cícero, formado pelas alunas do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Campus Cariri, voluntárias no projeto que visa divulgar a restauração e preservação que é realizada na Casa- Museu Pe. Cícero, resgatando assim, a memória do Pe. Cícero e conseqüentemente a de Juazeiro do Norte. Saiba como surgiu esse projeto e conheça um pouco mais desse espaço tão importante para a cultura caririense:

"O projeto de restauração surgiu a partir da preocupação de manter viva a memória do Padre Cícero.

A biblioteca é composta por 600 livros que perteceram ao Padre Cícero. São livros em várias línguas, sobre diversos temas, entre eles: direito, teologia, filosofia, medicina, dicionários, estudos sobre remédios e terapias. A biblioteca fica situada na rua São José, casa onde o sacerdote passou seus últimos dias de vida na cidade de Juazeiro do Norte.

Por não ter conhecimentos específicos tais como: guarda adequada para o material ou até mesmo o próprio manuseio adequado, os livros entraram em processo dedeterioração, sendo assim necessário o trabalho de profissionais da área. O projeto tem como administrador o Padre Venturelli e está sendo levado a frente pela aluna debiblioteconomia da Universidade Federal do Ceará – Campus Cariri, Deusimária Dantas, que vem desenvolvendo o trabalho de digitalização epreservação do material, numa atividade que envolve 15 voluntárias todas do mesmo curso da UFC Cariri".

Quem participa do projeto?

Coordenadora
Deusimária Dantas - deusimariadantas@yahoo.com.br

Voluntárias:
Alla Moanna Cordeiro - allamoanna17@hotmail.com
Ana Cristina Lúcio - 
anacristina.lucio@yahoo.com.br
Danilene Mendonça - danileneatm@hotmail.com
Gisele de Lima - giselelteixeira@gmail.com
Jaiene Gomes - j
aienegomes@yahoo.com.br
Júccia Nathielle Nascimento - juccia_ufc@yahoo.com.br
Maria Daniele Lungas - dani_ufcjua@yahoo.com.br 




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Slide de divulgação do livro: Gestão 2.0

Postado por Carla Façanha On 13:21:00 0 comentários

Gestão 2.0
Autor: Terra, Jose Claudio, Ph.D.
Editora: Elsevier - Campus
Categoria: Administração / Administração Geral
Assim como outras tendências que começaram fora do ambiente empresarial, a Web 2.0, embora ainda um fenômeno da Internet aberta, já é vista por organizações-líderes como uma ferramenta corporativa com muitas aplicações. Nos últimos anos, executivos de diversas empresas começaram a perceber que estas ferramentas e conceitos podem transformar a maneira como as empresas se organizam e são geridas. Esta é exatamente a proposta deste livro:

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O livro YouTube e a Revolução Digital

Postado por Carla Façanha On 17:09:00 0 comentários



O QUE DIZ A ORELHA DO LIVRO...


"Em outubro de 2005, Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim estavam no lugar certo, na hora certa, com a plataforma digital certa. O fundadores do YouTube não esperavam que seu site aparentemente simples e sem grandes pretensões sobre outros sites de vídeos na internet fosse torná-los biblionários. Comprado pela Google Inc. em outubro de 2006 por 1,65 bilhão de dólares, o YouTube é hoje um dos sites mais visitados do planeta e conta com cerca de 100 milhões de vídeos disponíveis aos seus usuários.
Se a princípio o YouTube se mostrava como um curioso repositório de vídeos para o usuário comum, nos bastidores desse gigante acontecem disputas e acordos legais entre as grandes empresas de entretenimento, como Viacom, Fox, e Rede Globo, e a Goolgle Inc. Mas o que deixa tudo mais interessante é o poder que os usuários do site tem sobre esse veículo.
Em YouTube e a Revolução Digital, os autores analisam detidamente os personagens que habitam esse cenário, suas relações e interação na rede social; e o quanto devemos aos milhões de anônimos que fizeram do YouTube o que ele é hoje. Enquanto isso, um equilíbrio delicado entre números de audiência e usuários se forma e conquista espaços anteriormente dominados pelas mídias tradicionais, que agora tentam definir se o YouTube é seu aliado ou inimigo.
A liberdade de expressão que o YouTube representa, suas conquistas e o que ele pode vir a se tornar são elementos que moldam nossa visão da cultura participativa e seus ecos na sociedade contemporânea, da educação à publicidade, ressoando em cada setor da atividade humana afetado por essa ferramenta global, gratuita e aberta a participação de qualquer um. Inclusive VOCÊ".


OS AUTORES...


Jean Burgges é pós-doutorado em pesquisa pelo Centro de Excelência para Inovações e Meios Criativos da Universidade de Tecnologia de Queensland, Austrália.
Joshua Green é coordenador de pesquisas do Convergence Culture Consortium no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e pós-doutorado no programa de Estudos DE Mídia Comparativa.


SINÓPSE...


"Em YouTube e a Revolução Digital, Jean Burgess e Joshua Green desdobram o passado, o presente e o futuro dessa incrível ferramenta digital sob o ponto de vista social, criativo e acadêmico, abrindo caminho para deduções que vão alterar radicalmente o modo como VOCÊ entende a comunicação na era da internet e a liberdade de expressão.
Com textos complementares de Henry Jenkins - autor de Cultura da Convergência - e de John Hartley - autor de Criative Industries -, esse livro é leitura essencial para quem se interessa pelo futuro da comunicação, da economia e da educação. A completa imersão dos autores no universo desse fenômeno da cultura participativa e das redes sociais garante ao leitor o acesso a segredos e informações que somente uma pesquisa tão apurada poderia revelar".
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Alguns princípios do hipertexto

Postado por Carla Façanha On 14:42:00 0 comentários

Dentro desse universo de significações que é o pensamento humano, tenho a audácia de classificá-lo como um imenso hipertexto, onde cada um em sua escala, receptor, produtor e objeto, constroem e remodelam universos de sentidos, e que Lévy classifica como “mundos de significações”. De acordo Lévy (1997, p. 25 e 26), o hipertexto possui alguns princípios abstratos: o primeiro deles é o princípio da Metamorfose, onde “a rede hipertextual está em constante construção e renegociação”. O segundo é o princípio da Heterogeneidade, em que “os nós e as conexões de uma rede hipertextual são heterogêneos. Na memória são encontrados imagens, sons, palavras, diversas sensações, modelos, etc.; e as conexões serão lógicas, afetivas, etc.” Há o princípio de Multiplicidade e de Encaixe das escalas, onde “o hipertexto se organiza em um modo ‘fractal’, ou seja, qualquer nó ou conexão, quando analisado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma rede”. O quarto é o princípio da Exterioridade, “a rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e sua diminuição, sua composição e sua recomposição permanente dependem de um exterior indeterminado: audição de novos elementos, conexões com as outras redes, excitação de elementos terminais (captadores)”. O quinto, o princípio de Topologia, consiste em que “tudo nos hipertextos funciona por proximidade e por vizinhança”; e por fim o princípio de Mobilidade dos centros, “a rede não tem centro, ou melhor, possui permanentemente diversos centros que são como pontas luminosas perpetuamente móveis”.
Esses princípios traduzem a idéia de hipertexto  em que pode ser percebido além de um texto escrito ou digitalizado, ou as interconexões da Internet e multimídia, observamos algo mais profundo, onde tudo se inicia em nossa cognição e a partir dessa segue-se extensões que se materializam em livros, textos, discursos, etc.
A idéia de hipertexto foi enunciada pela primeira vez por Vanevar Bush em 1945, através de um artigo intitulado “As we may think”. Bush era um matemático e físico renomado que havia concebido, nos anos trinta, uma calculadora analógica ultra-rápida e que tinha desempenhado um importante papel para o financiamento do ENIAC, a primeira calculadora eletrônica digital. Bush achava os sistemas de indexação e organização de informações, eram artificiais, pois a ordenação era puramente hierárquica, e na sua concepção
 a mente humana não funciona desta forma, mas sim através de associações. Ela pula de uma representação para a outra ao longo de uma rede intricada, desenha trilhas que se birfucam, tece uma trama infinitamente mais complicada do que os bancos de dados de hoje ou os sistemas de informação de fichas perfuradas existentes em 1945. (BUSH, 1945. apud LÉVY, 1997).

O autor reconhece que não seria possível duplicar o “processo reticular que embasa o exercício da inteligência”, mas propõe que apenas nos inspiremos nele. Ou seja, Bush um dispositivo que parecesse com a mente humana, no que diz respeito ao que ocorre na cognição, nos processos de interações, negociações, etc. como já abordamos anteriormente.
O que queremos dizer com tudo isso, é que o homem tenta materializar a forma como a mente humana trabalha. Com isso, surgem os imensos hipertextos, em programas de computador e internet, tornando a leitura seja de um texto escrito tradicionalmente ou um texto de multimídia, um espaço em que a cognição possa trabalhar livremente. Vejamos agora um exemplo da Bairon de um espaço multimidiático (hipertexto) e depois comparemos com os processos de cognição:
 O texto é colorido e as letras, eterna surpresa; a imagem por ser surpreendente e a surpresa opcional; o som aparece ou não e, ao cansarmos de escutar, olhamos, cansando de olhar, lemos; cansando de ler, dialogamos com hindus ou chineses, e no velho estilo, cansando de tudo, desligamos. (BAIRON, 1995, p.69).

Quero abrir uma ressalva e, “bater palmas”, para as palavras de Bairon no texto anteriormente citado, uma verdadeira “poesia tecnológica” e que se funde com o que acontece em nossa cognição, onde constantemente associamos textos, autores, discursos, imagens, cheiros, sons, gostos, etc. seguimos em frente e em certo ponto voltamos a um lugar  que irá nos remeter a um outro, e assim se move esse gigantesco hipertexto que é a  cognição.




BAIRON, Sergio. Multimídia. São Paulo: Global, 1995.

LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1997.

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Compreendendo a produção de sentido

Postado por Carla Façanha On 14:28:00 0 comentários

 Primeiramente precisamos compreender como acontece a produção de sentido do sujeito, onde acontece e a partir de que pressupostos ela se realiza.
Lévy (1997) propõe que essa produção de sentido se da a partir do ato de comunicação, onde é esta que define a situação que vai dar sentido as mensagens. Muitas vezes a troca e circulação das informações apenas simbolizam a necessidade de confirmar relações. Por exemplo, um bom dia, pode se distanciar da significação lingüística e representar implicitamente um ato de educação, de simpatia e de confirmar relações. De acordo com o autor, quando
conversamos sobre o tempo com um comerciante de nosso bairro, não aprendemos absolutamente nada de novo sobre a chuva ou o sol, mas confirmamos um ao outro que mantemos boas relações e que ao mesmo tempo nossa intimidade não ultrapassou um certo grau, já que falamos de assuntos anódinos, etc. (LÉVY, 1997, p.21).

Por detrás dos discursos estão aspectos representativos e simbólicos que o sujeito utiliza para transformar o sentido de uma mensagem, onde esses aspectos, sejam por palavras, frases, sinais, imagens, etc., se entrelaçam na sua cognição com uma rede de mensagens anteriores e tentem influir, seja criando ou recriando, o significado das mensagens futuras.
Tudo parte da imensa rede associativa que constitui o universo mental do sujeito, um universo que se encontra em metamorfose permanente. O que acontece é um encontro de campos, mensagens e associações, mediante um processo interacional, em que o sujeito retrabalha, reinterpreta um discurso recebido através de relações com suas experiência e vivências, produzindo, fabricando e vivendo um novo discurso.
Silva Neto (1998) chama essa produção de sentido como “capacidade inventiva dos sujeitos, que através das operações de bricolagem e das infinitas estratégias desviantes, vão escapando ao cerco montado pelas instâncias produtoras...” (SILVA NETO, 1998, p. 42). Ao se deparar com um texto, discurso ou mensagem, o sujeito, muitas vezes, inconscientemente coloca em ação aspectos singulares do seu dia a dia, de suas vivências, de outros textos, de ingredientes simbólicos e culturais, que vão fazer com que este “realize inferências, na tentativa de recuperar os implícitos, de preencher as lacunas, para construir o sentido do texto.” (TREVISAN, 1992, p.53). De acordo com Trevisan (1992, p.53)
o leitor/ouvinte deixa aflorar, nesse momento, seu conhecimento de mundo, suas crenças, suas vivências, que conduzem ao estabelecimento de conexões entre os enunciados e o levam a construir o sentido do texto, que lê ou escuta.



LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1997.



SIVA NETO, Casemiro. O receptor globalizado: para além das visões reducionistas do sujeito. REDES, Rio de Janeiro, v. 2, n.4, p. 40-50, jan./ abril 1998.




TREVISAN, Eunice Maria Castegnaro. Os modelos cognitivos. In: _______. Leitura: coerência e conhecimento prévio (uma exemplificação com o frame carnaval). Santa Maria: Ed. da UFSM, 1992. p. 29-53.

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A explosão das mídias socias

Postado por Carla Façanha On 21:39:00 0 comentários
Postada no dia 24/11/2009 por Luiza Dalmazo, repórter da editoria de Tecnologia da revista EXAME, a reportagem que tem como título "Orkut já não é a mídia social mais usada no Brasil", pelo site Portal EXAME. Aborda a explosão das mídias socias, e o grande números de acessos ao twitter que vem disparando em relação ao orkut, apesar de ainda ser o primeiro em números de cadastros. A reportagem ainda detalha a afinidade dos usuários com outras mídias socias, como o facebook, YouTube e o LinkedIn. Veja mais da reportagem:



"Enquanto a maioria das pessoas compara o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet E-life e a InPress Porter Novelli, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.
Dos quase 1 300 usuários entrevistados, 87,2% disseram que acessam o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra 72,6% que acessa o Orkut no mesmo período. É o líder, portanto, em frequência de acesso. Seria diferente se fossem analisados outros critérios.
Segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut ainda é o primeiro colocado entre as redes sociais com mais cadastrados no Brasil -- 89,6% dos respondentes têm conta na rede. O Twitter é o segundo, com 80,1% e o YouTube o terceiro, com 79,6%. O Facebook aparece na quinta posição, com 57,6% dos entrevistados registrados.
Cada rede social, no entanto, parece ter uma função definida na rotina dos usuários. O Twitter, de acordo com 70% dos respondentes, é usado para leitura de notícias. O Orkut serve para contato com os amigos (segundo 86% das pessoas ouvidas) e o YouTube para passatempo e diversão (89,6%).
Para Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, essa diferenciação é interessante porque muitas empresas usam abordagens semelhantes para redes sociais, mas dificilmente uma só estratégia vai funcionar para todas elas. 'As redes são usadas para finalidades muito diferentes e não uma abordagem para cobrir tudo', diz.
Nos três últimos meses, 4,8% dos respondentes fizeram cadastro no LinkedIn, o que foi uma surpresa na opinião de Lima. 'Foi a terceira rede social mais lembrada, atrás apenas do Twitter e do Facebook (em que 46,3% e 10% fizeram cadastros, respectivamente)."

Fonte: Portal EXAME

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Canais de vídeos prediletos

Postado por Carla Façanha On 18:45:00 0 comentários
Segue abaixo os links para os meus canais de vídeos, onde vocês podem encontrar alguns vídeos que bisblioto por aí que acho interessantes.




Canal de vídeos do Youtube: http://www.youtube.com/user/carlafacanha






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Quem sou? Bem, isso já é demais...

Postado por Carla Façanha On 13:40:00 0 comentários

“Não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus”.
“Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir. Ou toca ou não toca”
"a única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais...."
Clarice Lispector }



Amo...


Meu Deus, ensinar, ficar rodeada de amigos, ler, meu marido, escrever, olhar a lua, beijar o ser amado, Júlia, minha casa, abraço, família, casa de praia, ano novo, aniversário, pizza, conversar, pesquisar, suco de laranja, ovolmaltine, Dr. House, chocolate, comédia, um bom romance, biblioteca, barulho, chuva, dormir muito, acordar tarde, blogar, twittar, descobri, bisbliotar, Biblioteconomia, chegar lá, perguntas inteligentes, respostas sábias, pai, mãe, sair sábado à noite, filmes, livros, e-books, aquarius fresh, sol e um biquini, protetor solar, branco, dormir com barulho da chuva, roupa nova, bolsa, que peguem no meu cabelo, perfume, gritar, aprender com Virgínia Bentes, família reunida, banana, ata, uma boa aula ...




Não gosto...


violência, fazer refeições sozinha, ônibus lotado, ausência, soluço, mentiras, mal entendidos, casa suja, incompletude, dormir sozinha, calor, dar uma aula ruim, ser reprovada em algo, cebola, alho, febre, dor de dente, cabelo assanhado, comida sem sal, homem indiscreto, me sentir feia, pessoas que querem saber demais, pressão, picles, cólica, mostarda, sinusite, escuro, errar o caminho, perder tempo, de vender.





Minha série predileta...


House é uma série de investigação, em que o vilão é a doença e o herói é um médico polêmico, irreverente e anti-social que não confia em ninguém, muito menos em seus pacientes. Dr. House formou uma excelente equipe de três médicos, escolhendo apenas os melhores (de acordo com seus critérios pessoais e duvidosos) para diagnosticar doenças em casos misteriosos e já desacreditados. Somente pacientes em estado crítico são examinados por esse time, sempre disposto a descobrir a causa dos males para salvar vidas, seja através das vias legais ou fazendo uso de métodos pouco tradicionais. House tem um bom amigo, confidente e especialista em oncologia, o Dr. James Wilson (Robert Sean Leonard). Além disso, há uma química inconstante entre House e a Dra. Lisa Cuddy (Lisa Edelstein), a Reitora de Medicina e administradora do hospital; os dois estão sempre em conflito sobre os deveres do médico e seu comportamento nada convencional. Mas, ainda assim, ela é forçada a admitir que o seu brilhantismo vale todo o trabalho que House causa.



Amigos para toda hora...


Todos...até que me provem o contrário! Tenho amigos... isso me basta.
"Não te esqueças que os estranhos são amigos que ainda não conheces". Abraham Lincoln





Desafios...



"Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida". Sócrates


Meu mestrado, Ciência da Informação, um filho, aprender a dirigir, o desconhecido, sala de aula, novas tecnologias, aprender inglês e francês, minha casa, política, Juazeiro do Norte, malhar, sair do país, conquistar uma amizade, conquistar a mesma pessoa todos os dias.



Acredito...


Deus, anjos, no amor, na saudade, no tempo, na criação, no mal e no bem, que o bem vence o mal, em milagres, no casamento, que há vida além da terra, na ressurreição, na oração, no perdão, no imaginário, em mudanças, na cura, na gargalhada, no toque, na palavra.





Alguém especial...


Meus esposo. "Amar-te parece coisa de menina, sonho contigo acordada e falo sozinha num diálogo de amor que as pessoas não conseguem entender, ou fingem que não entendem, e chamam de loucura... Eu chamo de felicidade sempre presente no coração, na certeza única de amar e ser amada por você".




E depois de tudo isso...






E se me achar esquisita,
respeite também.
Até eu fui obrigada a me respeitar
“.
{ Clarice Lispector }

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Este post faz referência a reportagem exibida no dia de hoje do caderno Regional online do Diário do Nordeste. Escrita pela reporter Elizângela Santos, a foto postada também é de autoria da reporter. A reportagem em questão faz referência ao acervo doado ao curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará (UFC), Campus Avançado da UFC Cariri, pelos pesquisadores Renato Casimiro e Daniel Walker. Acho de extrema importância divulgar os feitos do curso de Biblioteconomia do Cariri, que a cada dia vem se colocando como mediador da informação, se inserindo com toda responsabiblidade social que compete ao profissionais da informação cooperando com o perpetuar da cultura caririense.



"Um acervo considerável da história de Juazeiro do Norte e do Cariri foi doado, no início do mês, ao curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará (UFC), Campus Avançado da UFC Cariri, pelos pesquisadores Renato Casimiro e Daniel Walker. A solenidade contou com uma exposição, com parte do acervo entregue à UFC.
O material fará parte do Centro de Referência e Memória da Cidade de Juazeiro do Norte, que será inaugurado em 2011, em comemoração ao centenário de Juazeiro. O centro vai servir como um espaço de disseminação da cultura e história da região, vinculado ao Laboratório de Ciência da Informação do Curso de Biblioteconomia da UFC Cariri.
O material inclui desde bibliografias, fotos, jornais, xilogravuras, cordéis, material em áudio e vídeo até esculturas de artistas como o Mestre Noza e documentos originais da cidade, como cartas do Padre Cícero. O acervo que se encontrava emprestado ao Centro Cultural Banco do Nordeste, pertencente ao professor Renato Casimiro, com 59 esculturas do Mestre Noza, também será repassado para a UFC.
O trabalho associado dos dois intelectuais de colecionar material histórico, cultural e social continua. Segundo o professor Daniel Walker, ele e Renato Casimiro continuarão a reunir acervos importantes e poderão fazer novas doações.
Só para se ter uma ideia, são mais de oito mil cordéis, xilogravuras de todos os cordelistas de Juazeiro e mais de duas mil imagens digitalizadas, além de obras de xilógrafos do Crato, como o mestre Walderêdo Gonçalves. Além disso, serão doados 15 mil exemplares de jornais, desde os primeiros registrados na história da cidade aos atuais. Os jornais servirão para compor o acervo para o curso de Jornalismo, a ser iniciado em 2010. Além disso, foram doados mais de 20 mil documentos, incluindo cartas originais e telegramas de personalidades como o Padre Cícero.
São mais de 40 anos da 'mania' de juntar material, segundo Renato Casimiro. Daniel Walker afirma que tudo começou nos anos 70, com uma exposição sobre Juazeiro antigo. 'Ficamos felizes, comovidos, porque temos a certeza de que estamos entregando à instituição certa', ressalta. A ideia tem servido de incentivo. O repentista e violeiro Pedro Bandeira também cedeu o seu acervo".



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Clarice Lispector por Benjamin Moser

Postado por Carla Façanha On 11:52:00 0 comentários

Saiu no ESTADÃO.COM.BR  a reportagem intitulada "Clarice, universal e não menos misteriosa". Achei interessante e resolvi postar alguns trechos dessa reportagem, onde aborda as impressões de Benjamin Moser, tradutor e crítico literário, autor de Why This World, sobre Clarice Lispector em sua biografia lançada nos EUA que recria dilemas da escritora.
O texto da reportagem é escrito por Lúcia Guimarães.

Para aqueles que são amantes da literatura  da autora sai este mês no Brasil pela editora Cosac Naify, uma biografia com fatos inéditos, que, para esta edição, prepara material fotográfico inédito sobre Clarice Lispector. Biografia essa que já vem recebendo críticas adoráveis e que já nos convida a leitura dessa fonte riquíssima sobre a "excêntrica" autora de "A Hora da Estrela" (1977). " O crítico do London Times saudou a biografia classificando-a de 'densa e erudita'".

 
Posto agora alguns trechos da entrevista de Benjamin Moser dada ao Estado com exclusividade, "num português informal, sobre seu sonho de "fazer justiça" no exterior à importância de Clarice Lispector".

Você confirmou em depoimentos, alguns anônimos, o estupro da mãe de Clarice, sugerido na obra mas nunca admitido. Era possível a filha caçula ter sido poupada de detalhes da tragédia que não testemunhou?

Clarice não tinha como não saber que a mãe havia sido estuprada, mas, de fato, foi, indiretamente, uma das minhas fontes. A relação das três irmãs - Elisa, Tania e Clarice - era muito próxima, e Elisa, também escritora, era o baú da família. Elas se uniram ainda mais quando a mãe morreu. E a morte da mãe é diretamente ligada à decisão de Clarice em se tornar escritora. Quando menina, ela contava histórias em que um deus ex-machina aparecia para curar a mãe. Clarice tinha sido gerada para curar a mãe, segundo uma crença da região nativa da família, e fracassou. Ela se culpava porque seu nascimento não havia salvado Mania. Talvez por isso haja uma violência extraordinária em seus livros. E sem entender a origem, não se pode entender a obra, a violência, o lado escuro da cosmovisão de Clarice. Mas este desejo de salvar o mundo pela palavra, que remonta às origens dela, vai segui-la até o fim: a bordo do táxi que a levou ao hospital onde iria morrer, ela ainda contava essas histórias mágicas.

Você acredita que o misticismo de Clarice, muitas vezes chamada de "bruxa", remonta à herança dos judeus de Podolia, a região ucraniana dos ancestrais da escritora?

Para mim, era importante afastar esta simplificação da ''excentricidade''. Clarice era uma mística na milenar tradição da cabala judaica, era fruto da herança familiar e histórica que a precedeu, e era pouco documentada no Brasil. Lembre que ela rejeita o Deus à imagem do homem, no momento em que ele mata a sua mãe. Esta raiva contra Deus é profundamente judaica. Acho difícil compará-la a romancistas internacionais e mais provável ver a obra num contexto místico ou religioso. Uma comparação que me interessa é com o filósofo Ludwig Wittgenstein que, apesar de ter uma voz muito masculina dizia, "a questão mística não é como o mundo é, mas que ele é". Clarice quando adolescente, se perguntava:"Como é o mundo? E por que este mundo?" A procura da Clarice pelo Deus sem nome, o do nome secreto, é tipicamente judaica. Ela buscava o divino numa barata, num pedaço de vidro.

Como vê a irritação de Clarice com quem duvidasse de sua identidade brasileira?

A experiência do exílio estava na carne da escritora. Ela foi criada num ambiente judaico em Pernambuco, mas essa identidade era sempre, naquela época, uma coisa ambivalente. De um lado os judeus tinham orgulho de ser o que eram, mas de outro lado havia um medo real do que poderia acontecer. Ela se criou numa época em que Gustavo Barroso, um antissemita feroz, pertencia à Academia Brasileira de Letras, em que havia um forte movimento integralista aliado ao Nazismo e Fascismo. Ela sempre havia se ressentido de antissemitismo, foi demitida do Jornal do Brasil por ser judia, poucos anos antes de sua morte. Ela era brasileira e entendo a frustração que sentia ao ser sempre indagada sobre a questão de "pertencer". Mas ainda hoje vejo uma certa ansiedade da parte dos brasileiros em insistir na brasilidade dela. Por outro lado, quando publicou Perto do Coração Selvagem, os críticos brasileiros entenderam que havia nela uma coisa nunca vista no Brasil. O poeta Lêdo Ivo disse que ela sempre era uma estrangeira, "um pássaro vindo de longe", e que a estranheza de sua linguagem é um dos fatos mais marcantes da história da língua portuguesa. O Brasil é muito grande, e nem todos têm a mesma experiência pessoal ou histórica. Mas não por isso um é mais brasileiro que o outro. Clarice tinha uma história dela e é também uma história e uma vida que pertencem ao Brasil.



Quando estreou com o romance Perto do Coração Selvagem (1943), aos 23 anos, Clarice foi recebida como uma espécie de "furacão". Apesar de desafiar categorias, você considera que a voz feminina da autora foi menos ouvida pelo lugar único que ela ocupava?

Sim. É engraçado ver que um dos poucos críticos que não gostou de Perto do Coração Selvagem, o Álvaro Lins, disse que o problema com o livro era que as mulheres não sabem se esconder detrás de suas personagens, "a não ser os raros casos de inteligência andrógina". Acho que não há outro escritor no século 20 que tenha se expressado com tanta franqueza. A maioria dos críticos se impressionou com Clarice, mas, nos últimos anos, as mulheres acadêmicas foram as grandes responsáveis pela divulgação e compreensão da obra. Mas eu não caio na categorização feminista. Claro que ela escreveu com a voz da mulher, foi profissional independente. Mas também gostava de falar de maquiagem, foi colunista feminina, e se dizia mãe, dona de casa. Eu não reconheço a Clarice descrita por certas críticas feministas. Aliás, a Clarice de maneira geral não militava. Quando cobraram engajamento social, ela dizia que a vontade de justiça, o conhecimento da condição do pobre que havia testemunhado no Recife, faziam parte da sua visão do mundo desde o começo.

O livro reconsidera o papel da Olga Borelli que acompanhou Clarice nos últimos anos e segurava sua mão quando ela morreu.

Olga causava desconforto entre os amigos antigos da Clarice. Era de certo modo controladora e cuidava da Clarice nos menores detalhes, porque Clarice não conseguia, nos últimos anos, cuidar de si mesma. Desconfio que uma obra como Água Viva (1973) não teria sido publicada sem a ajuda de Olga. Ela publicou um livro refinado, Clarice Lispector: Esboço para um Possível Retrato (1981), e se vê ali que ela era muito mais do que a amiga abnegada. Clarice não confiava no material que integraria Água Viva. Disse: "Isto não presta." Olga viu um livro ali e ajudou a estruturá-lo. Eu entendo, tenho em casa fragmentos da A Hora da Estrela. Ela escrevia em guardanapos, anotava em cheques - era um caos.



O biógrafo é, por natureza, um defensor da importância de seu personagem. Você considera A Paixão Segundo G.H. um dos maiores romances do século 20, mas navegou por trechos menores da obra da Clarice.

No início, eu detestava O Lustre (1945) e A Cidade Sitiada (1949). Fiquei frustrado, não entendia. Quando passei a entender melhor, fiquei fascinado pelo que ela estava fazendo. Não significa que sejam livros fáceis de ler, talvez até por isso haja a recompensa da compreensão. Quem foi que disse mesmo que, ao encontrar defeitos num grande artista, você tem que procurar primeiro os defeitos em si próprio?


IDENTIDADE: "Possuía uma história dela, mas que é também uma história e uma vida que pertencem ao Brasil"

TRAUMA: "Ela não tinha como não saber que a mãe havia sido estuprada e, indiretamente, foi uma fonte"

JUDAÍSMO: "Queria encontrar o Deus sem nome; buscava o divino numa barata, num pedaço de vidro"

Para aqueles que desejam ler a reportagem na íntegra podem acessar  o ESTADÃO.COM.BR. Reportagem publicada em 16 de agosto de 2009. A reportagem original ainda não tinha o nome que seria dado a biografia quando publicada no Brasil. Porém agora vocês já podem conferir o título e a capa do livro neste post:   " Clarice,"
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Redes socias "no exterior"

Postado por Carla Façanha On 21:47:00 0 comentários

"Apesar de ainda serem novidade no Brasil, as redes sociais de livros já fazem sucesso há alguns anos no exterior. O Librarything talvez seja o site mais antigo e popular. Criado em 2005, ele conta com nada menos do que 850 mil usuários e 44 milhões de livros cadastrados. A rede possui um sistema tão robusto de catalogação que é utilizado por muitas bibliotecas no exterior para organizar o seu acervo. Há uma comunidade brasileira pequena, mas ativa, no site, com diversas comunidades e o site foi traduzido para o português pelos próprios usuários.
Outras redes que valem ser mencionadas são o Shelfari, site comprado pela livraria virtual 'Amazon' no ano passado; o britânico Book Army e o 5ft Shelf, que mistura sugestões de livros com DVDs e games.
Como se vê, não faltam opções para quem gosta de ler ou falar sobre livros".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u652063.shtml twitter

"Trocando Livros"

Postado por Carla Façanha On 21:30:00 0 comentários



"O 'Trocando Livros', que foi criado em outubro de 2008, parte de um princípio diferente das demais redes sociais. Ele funciona como um intermediário para o intercâmbio de obras pelo correio entre os usuários. 'A ideia surgiu quando percebi que poderia dar vida aos meus livros que estavam estacionados há muito tempo na estante', falou o fundador do site, Arley Lobato. 'Pensei que pessoas de todo o Brasil poderiam fazer o mesmo, criando um mega acervo de títulos disponíveis para troca'.
O 'Trocando Livros' funciona da seguinte maneira: Você se cadastra o site e adiciona um livro que tenha e queira emprestar, que aparecerá na lista de livros disponíveis no site. Depois que um usuário que possui um crédito solicitar um de seus livros você recebe o endereço e envia o livro pelo correio. Você ganha assim um crédito que pode ser usado para solicitar outra obra de alguém.
Para quem se pergunta se esse sistema é seguro, Lobato garante que é. 'O 'Trocando Livros' é muito seguro pois utiliza o número de registro dos Correios para rastrear as postagem e fornecer os créditos aos que enviaram corretamente. Por esse motivo, o site possui hoje cerca de 26 mil usuários e milhares de livros são trocados mensalmente', conta".

twitter

"O Livreiro "

Postado por Carla Façanha On 21:22:00 0 comentários


"'O Livreiro' foi lançado durante a FLIP, no dia 01 de julho de 2009 e aposta em uma mistura de conteúdo editorial -- com matérias e entrevistas -- e rede social que hoje conta com mais de 20 mil usuários cadastrados.

'Percebemos, em apenas quatro meses de projeto, que os brasileiros se interessam bastante pelo assunto 'leitura' e estabelecem uma relação de carinho com os livros. Além disso, o brasileiro adora se comunicar, debater temas, participar', disse Verena Petitinga, do 'O Livreiro'.

O site utiliza tons e motivos de livros integrados no design do site, incluindo um belo fundo de madeira para as estantes virtuais. As comunidades são bastante ativas, com discussões sobre livros baratos, autores, gêneros ou qualquer outro assunto, como grupos de discussão sobre livros de vampiro ou sobre teatro. O site também é integrado com o Twitter, o que permite que as suas atualizações sejam enviadas automaticamente ao serviço de microblog. 'O Livreiro' não permite o cadastro de livros por parte do usuários, mas seu banco de dados contém mais de 2 milhões de títulos.

'Nossa proposta é gerar inclusão através da leitura, fazendo com que jovens e pessoas que muitas vezes não sabem o que ler tivessem informações e fossem influenciadas por outras pessoas que gostam de livros', falou Verena.
'O Livreiro' também possui uma espécie de "super-comunidade" comandada pelo escritor Milton Hatoum, o 'Clube do Livro', que apresenta obras que são discutidas em profundidade pelos usuários e pelo autor. Além dos quatro jornalistas e colaboradores que atualizam diariamente no blog da rede.

O site já possui busca integrada, inclusão de livros em listas pessoais, notificações de atividades por email e inserção de novos livros à nossa base, mas promete novidades para o próximo ano. 'Para 2010, faremos o lançamento de novas funcionalidades ainda no primeiro semestre, o que dará uma cara diferente e ainda mais interessante ao site', promete Verena".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u652063.shtml
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"Skoob"

Postado por Carla Façanha On 21:15:00 1 comentários

"O 'Skoob' foi criado no final de dezembro de 2008 pelo carioca Lindenberg Moreira como uma forma de trocar livros técnicos entre colegas. Em apenas dois dias, o site cresceu de zero a trezentos membros e quando o bate-boca chegou ao Orkut a entrada de novos membros explodiu. 'É um negócio que eu não sei explicar. As pessoas vão achando por twitter, blogs e hoje nós estamos com cerca de 44 mil membros,' contou Lindenberg.
No site é possível criar uma estante virtual com suas obras preferidas ou as que você pretende ler, que abandonou, que emprestou ou está relendo, além de escrever resenhas, comentar o livro conforme você o lê e é possível acompanhar o que seu amigos estão apreciando. No restante, o 'Skoob' não difere muito de outras redes sociais comuns como Orkut ou Facebook, com a opção de adicionar amigos e conversar entre os usuários. Os próprios usuários fazem o cadastro dos volumes, de forma que se você não encontrou um livro que tenha, basta cadastrá-lo.

Lindenberg conta que o site renovou o seu próprio interesse pela literatura. "Eu mesmo era muito voltado para os livros técnicos, mas depois que eu comecei a utilizar o site, eu passei a ler Kafka, Nietzsche, Oscar Wilde, livros que eu comecei a descobrir a partir de outras pessoas", disse.
O 'Skoob' ainda planeja implementar um sistema de sugestão automática de livros similares para que você encontre obras parecidas com as que aprecia, assim como comunidades, ou salas de debates em torno de livros, temas literários e séries, além de jogos de quiz.
O site também criou em torno de si uma comunidade que saiu do campo virtual para o mundo real. No Rio de Janeiro, já foram feitos mais de sete encontros entre usuários do site para discutir literatura e trocar livros e encontros em São Paulo também estão sendo planejados. 'O bacana é que foram criadas amizades reais a partir do site', disse Lindenberg."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u652063.shtml
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Redes sociais

Postado por Carla Façanha On 21:06:00 0 comentários

Reportagem publicada pela Livraria da Folha no dia 13 de novembro de 2009.
A reportagem aborda sobre as principais redes nacionais e estrangeiras: "Skoob", "O Livreiro", "Trocando Livros", "Librarything", "Shelfari", "5ft Shelf ". Dividirei esta reportagem em (4) quatro posts, destacando cada rede nacional em posts separados e abordando as resdes estrangeiras em um único post.

por GUILHERME SOLARI a reportagem tem como título "Conheça as principais redes sociais para os amantes da literatura"




colaboração para a Livraria da Folha



"Melhor do que ler, só mesmo falar sobre literatura. E uma nova onda de redes sociais de livros torna cada vez mais fácil e divertido para os amantes da leitura se encontrarem, discutirem, trocarem livros e referências na internet. E fora dela também.
E está muito enganado quem pensa que essas redes são apenas estrangeiras, pois diversas iniciativas tupiniquins estão fazendo sucesso e desafiando o estereótipo de que não se lê no Brasil. Conheça abaixo algumas das principais redes nacionais e estrangeiras"

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u652063.shtml
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Biblioteca Escolar: tudo começa aqui!

Postado por Carla Façanha On 19:27:00 0 comentários
O Sistema Conselho Federal e Conselhos regionais de Biblioteconomia apresenta a Exposição “Biblioteca Escolar: tudo começa aqui”, que acontece de 17 a 26 de novembro, no hall da Biblioteca Pedro Aleixo, no Anexo II da Câmara dos Deputados, em Brasília. O evento é resultado de audiência pública promovida pela Comissão de Educação e Cultura da Casa, com o objetivo de apresentar o modelo de biblioteca escolar a ser adotado nas escolas brasileiras, para os níveis infantil, fundamental e médio.



Você pode também acessar o cartaz e o convite em pdf





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"Lula, o filho do Brasil": o filme

Postado por Carla Façanha On 22:45:00 1 comentários


O post aqui em questão tem o intuito de mostrar um pouco do que será o filme " Lula, o filho do Brasil".
Lula, o filho do Brasil é um filme biográfico baseado na trajetória do atual presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Dirigido por Fábio Barreto, cineasta indicado ao Oscar por O Quatrilho, o filme está previsto para estrear em todo subcontinente sul-americano no início de 2010. Tem como atriz principal a queridinha do Brasil, Glória Pires e ainda sua filha Cléo Pires.
Bisbliotando por aí, tenho visto críticas em relação ao filme, com intuito de ser uma jogada de marketing para eleger Dilma Rousseff . Porém observei também críticas favoráveis, como a do professor de Marketing Ricardo Torregrosa que acredita que o filme não deve favorecer a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência. Segundo Torregrosa, a transferência de votos só acontece se o candidato em si é capaz de passar confiança para o eleitor. “Se o candidato não tem luz própria, não adianta de nada. Se a Dilma não convencer o eleitor, não tem transferência de votos que salve”.
E você, o que acha? É tudo uma questão de marketing, ou o filme biográfico tem sua importância na medida em que relata e expõe sobre a vida de um homem, que tanto lutou por um Brasil mais justo, um homem que conseguiu proezas, até chegar a ser Presidente do Brasil, com poderes para realizar seus ideais? Façam suas críticas. Porém pelo pouco que vi do filme neste vídeo aqui postado, acho que as críticas de cunho negativo não serão suficientes perante o impacto emocionante que a temática trazida pelo filme trará. Lula se consolidou como o "homem do povo", e isso ninguém conseguirá apagar da história.



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Casamento: guerra dos sexos!

Postado por Carla Façanha On 18:58:00 1 comentários

Gente, não resisti quando recebi este poema por e-mail, lógico de uma mulher, que já era de se esperar, resolvi então postar! Muito bom e inteligente, não sei de quem é a sua autoria, mas reflete a guerra dos sexos, homens e mulheres juntos na busca de um entendimento, de propósitos comuns. É claro que às vezes esse entendimento entra pelo ralo, desejos opostos... o poema traz uma visão meio machista, com um tom também feminista, mas com um ar cômico. Bom demais, vamos rir, nesses casos só nos resta uma boa gargalhada!

Ah... ofereço esse post a minha amiga Vânia Lopes, que em breve viverá experiências de um casamento... Boa sorte, amiga! E quando você entrar em pequenitos conflitos, não esqueça de primeiro dar uma boa gargalhada!





 

POEMA ESCRITO POR ELE

Que feliz sou eu, meu amor!
Já, já estaremos casados,
o café da manhã na cama,
um bom suco e pão torrado
Com ovos bem mexidinhos
tudo pronto bem cedinho
depois irei pro trabalho
e voce para o mercado
Daí vc. corre prá casa
rápidinho,arruma tudo
e corre pro seu trabalho
para começar seu turno
Voce sabe que de noite
gosto de jantar bem cedo
de ver voce bem bonita
alegre e sorridente
Pela noite mini-séries
cineminha bem barato
nunca iremos ao shopping
nem a restaurantes caros
Voce vai cozinhar pra mim
comidinhas bem caseiras
pois não sou dessas pessoas
que gosta de comer fora…
Voce não acha querida
que esses serão dias gloriosos?
Não se esqueça meu amor
que logo seremos esposos!

POEMA ESCRITO POR ELA

Que sincero meu amor!
Que oportuna tuas palavras!
Esperas tanto de mim
que me sinto intimidada
Não sei fazer ovo mexido
como sua mãe adorada,
meu pão torrado se queima
de cozinha não sei nada!
Gosto muito de dormir,
até tarde, relaxada
ir ao shopping fazer compras
com a Mastercard dourada
Sair com minhas amigas,
comprar só roupa de marca
sapatos só exclusivos
e as langeries mais caras
Pense bem,que ainda há tempo
a igreja não está paga
eu devolvo meu vestido
e voce seu terno de gala
E domingo bem cedinho
prá começar a semana,
ponha aviso num jornal
com letras bem destacadas

HOMEM JOVEM E BONITO
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA
POR QUE SUA EX-FUTURA ESPOSA
MANDOU ELE IR PRÁ MERDA

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Jornalistas: entre o papel e a internet

Postado por Carla Façanha On 12:28:00 0 comentários

Pra descontrair um pouco... Observe essa imagem, há algo em comum a todas as atividades profissionais. Uma "gerra" de gerações...marca que imprime hoje características de uma sociedade em transformação!




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Ergodesign e Arquitetura de Informação

Postado por Carla Façanha On 12:12:00 0 comentários


Sinopse

Quando se constrói um website, vários fatores (beleza, conteúdo, leveza, entre outros) devem ser considerados; nenhum sendo tão importante quanto a eficiência, medida pela satisfação do usuário, que só costuma ficar satisfeito quando encontra o que procura sem dificuldade.
Quem organiza sites para que usuários possam encontrar o que procuram são mais do que apenas webdesigners, são arquitetos de informação. Uma das maiores autoridades internacionais sobre o tema, Peter Morville, adverte que não é simples projetar sistemas de busca e navegação que considerem tanto as necessidades do usuário quanto os objetivos da empresa e recomenda a leitura de Ergodesign e Arquitetura de Informação: Trabalhando com o Usuário para quem pretende ser um bem-sucedido arquiteto de informação. "É a melhor maneira de se tornar um", atesta.
Considerado por Morville como "um dos mais hábeis e apaixonados arquitetos de informação", em linguagem superacessível e reunindo num só volume teroria e prática, Luiz Agner explica o que é arquitetura de informação e como usar seus princípios para desenvolver ou aperfeiçoar projetos para a web com foco no usuário.
Além de ergodesign e arquitetura de informação, conceitos como usabilidade e findability também são esmiuçados no livro, que ainda oferece regras de ouro para um bom projeto de interfaces e soluções para problemas corporativos, como resistência a mudanças trazidas pela tecnologia de informação.

  • Editora: Quartet
  • Autor: LUIZ AGNER
  • ISBN: 858569680X
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2006
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 176
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio
Fonte: SKOOB
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Gente que bom é bisbliotar por aí... veja essa reportagem sobre as narrativas infantis e o processo cognitivo da criança por Thais Gurgel (thais.gurgel@abril.com.br).
Vocês podem acessar o artigo original pelo site da Revista Escola da editora abril. 
Agora espero que tenham uma boa leitura!

Viagens supersônicas a planetas distantes. Lutas com gorilas. Bebês que sobem sozinhos no lustre. Cenas como essas só acontecem em filmes, livros e desenhos animados - ou na fala de uma criança pequena que conta sobre sua vida. Ficção e relato de experiências vividas são gêneros diferentes, mas, nos primeiros anos de vida, é comum que se combinem nas narrativas infantis, como apontou a linguista Maria Cecília Perroni no livro Desenvolvimento do Discurso Narrativo. Segundo ela, no entanto, esse recurso não deve ser entendido como um problema de falta de clareza entre o real e o imaginado. Ao contrário: é preciso encará-lo como um dos elementos mais importantes para o desenvolvimento cognitivo e afetivo dos pequenos. O que se testemunha nesse tipo de construção é justamente o nascimento do discurso narrativo - uma das principais estruturas de expressão de qualquer pessoa e uma essencial troca comunicativa.

Esse processo - que se estende até a idade adulta - começa antes mesmo de a criança conseguir falar. Nesse período, ela já é capaz de entender as histórias contadas pelos adultos e o contato com relatos cotidianos ou contos de fadas, por exemplo, faz com que, aos poucos, adquira um repertório de imagens, nomes e roteiros de ações que utilizará mais tarde. Também a compreensão dos usos e do funcionamento da linguagem tem início nessa fase, com o adulto como modelo da forma de se comunicar e como voz da cultura em que está inserida. Assim, quando conquista condições fisiológicas de falar e passa a descrever com palavras um encadeamento de ações que se desenrolam no tempo - uma possível definição de narrativa -, ela acessa todos esses diferentes repertórios acumulados desde os primeiros meses de vida.

Adquirir a fala, por sua vez, é um passo transformador em termos cognitivos, uma vez que é a linguagem que organiza o pensamento. "O pensar não se estrutura internamente, mas no momento da fala", explica Maria Virgínia Gastaldi, formadora de professores do Instituto Avisa Lá, de São Paulo. "A narrativa (primeira estrutura da oralidade com que a criança tem contato em seu cotidiano) é, portanto, o que modela e estimula a atividade mental." A oralidade é, dessa forma, um dos principais motores do desenvolvimento na primeira infância e aspecto-chave da creche e da pré-escola (Veja o vídeo com histórias de crianças de 3 a 6 anos analisadas por Monique Deheinzelin).

Ao construir narrativas, a criança brinca com a realidade e encontra um jeito próprio de lidar com ela.
A postura do professor ou da família na interlocução com os pequenos, por sua vez, faz toda a diferença. "O ideal é que ele seja um verdadeiro co-construtor das narrativas, incentivando a criança a avançar nos recursos que utiliza em suas construções", diz Maria Virgínia. "As limitações linguísticas nessa fase são importantes e o adulto deve não só escutar o que ela diz mas também reconhecer sua intenção comunicativa e ajudá-la a expressar-se melhor." Assim, se na hora de recontar a história de um livro conhecido - sobre um personagem que tem medo de ir ao dentista, por exemplo -, a criança diz "o dentista lavou meu dente" (remetendo-se a uma experiência dela mesma, real ou imaginada), o professor pode perguntar se aquilo aconteceu com o personagem do livro também, como é o nome dele, o que ele sentiu quando estava no dentista, o que aconteceu depois etc. Essa co-construção é o chamado "jogo de contar" - situação básica de aprendizagem quando o assunto é oralidade e que envolve uma relação de cumplicidade entre a criança e seu interlocutor.

Em rodas de conversa, é muito comum que os pequenos comecem contando sobre o passeio que fizeram ao zoológico com a família e terminem narrando como quase caíram na jaula do leão ou como o irmão se perdeu e não foi mais encontrado. Esses "causos" têm ligação com a presença do faz de conta no pensamento infantil e a maneira de apreender o mundo e elaborar os sentimentos, que é uma característica marcante nessa faixa etária. "A criança brinca com sua realidade, extravasando-a para experimentar outros papéis e situações", diz Gilka Girardello, professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Segundo ela, ao fazer isso, os pequenos articulam imagens do repertório que conquistaram ao longo de sua vida para explorar futuros potenciais. A criação de papéis e situações de faz de conta nas brincadeiras ("Eu era herói, você, o monstro" e "Eu era a mãe, você, a filhinha") assume a forma de simbolização nas narrativas infantis ("Meu irmão mais velho começou a se afogar e meu pai pediu que eu o salvasse", dito por uma criança de 3 anos, por exemplo).
"Sabe, um dia o Alê se afogou e daí o meu pai ficou lá. Eu disse: "Pai, deixa que eu pulo na piscina. Eu quase que caí... Aí eu pulei lá e salvei o Alê. O Alê ainda era pequeno." Gabriel, 3 anos

"Quando eu fui lá na pedra, eu tava subindo. Eu tava sozinha e eu vi o peixe voando. Isso foi lá na praia. Daí caiu neve. Mas a gente pôs casaco e aí ficou quentinho. Apareceu uma cachorra que chama Pipoca, que mora em casa. Ela tava andando na areia. Eu pus uma roupinha nela porque ela tava com frio. Eu tava nadando sozinha. E eu fui lá no fundo sozinha. Eu tava com uma fita na cabeça, mas eu tava sem boia." Lívia, 4 anos


Para o psicanalista e pesquisador da infância Donald Winnicott (1896-1971), as simbolizações se enquadram no que ele chamou de espaço potencial. "Trata-se de uma área de experiência em que os pequenos podem brincar com a realidade, em que dão um sentido pessoal aos elementos do ambiente e os elaboram à sua maneira para com eles poder lidar", explica Ana Paula Stahlschmidt, doutora em Educação e estudiosa da obra do pesquisador. Esse espaço potencial, segundo Winnicott, deve ser garantido pelo adulto para que o pequeno dê liberdade à sua criação - não apenas artística, mas como uma forma autêntica de encarar a vida.

Se, por um lado, fica claro que a criança precisa brincar com os elementos de seu repertório - sem ser reprimida por não estar contando "a verdade" sobre o passeio ao zoológico -, por outro é preciso cuidar para que ela tenha matéria-prima para fazê-lo: um repertório de histórias diversificado. O contato com relatos de experiências nos grupos em que circula (na fala de adultos e também de outras crianças) e com textos literários (lidos e contados) é fundamental para ela se familiarizar com os aspectos estruturais da narrativa, como marcadores de tempo e espaço e a contextualização de situações.
Situações vividas, imaginadas ou presentes em histórias ouvidas se misturam nas narrativas infantis

"Também o elemento da dramatização é incorporado pelos pequenos no contato com narrativas", diz Lélia Erbolato Melo, linguista da Universidade de São Paulo (USP). "Eles vão percebendo e incorporando os ingredientes que tornam as histórias interessantes, como a ação, os conflitos e o inesperado, e trazem isso para aquelas que contam." Além disso, o acesso a textos tem um papel importante no amadurecimento afetivo dos pequenos, garantindo que ampliem seu universo de experiências para além do que podem observar no seu cotidiano. "Ao ouvir histórias, a criança cria hipóteses sobre como se sentiria se estivesse frente aos mesmos dilemas e situações do personagem", diz Gilka. "Para os menores, é natural que essa vivência, tão forte, seja incorporada às narrativas que constroem na forma de casos."

Os fatos e a ficção são separados por uma fronteira flexível
Reprodução/Agradecimento Escola Viva
"Aqui é a praia da minha avó e eu com uma prancha, quando vem a onda. Minha avó vai ter dois netos: meu irmão e meu primo. Ela também tinha um cachorro e um gatinho. Uma vez eu vi minha avó costurar uma roupa. Meu pai nunca foi na casa da minha avó." Eric, 4 anos. Reprodução/Agradecimento Escola Viva



A distinção entre ficção e realidade ainda está em desenvolvimento nos anos da Educação Infantil - um aspecto que sempre deve ser considerado nas conversas com os pequenos. Isso se relaciona com uma das características mais vivas do pensamento da criança: o sincretismo, ou seja, a liberdade de associar elementos da realidade segundo critérios pessoais, pautados principalmente por afetividade, observação e imaginação.

É comum, quando se lê uma história como Chapeuzinho Vermelho, que uma criança interrompa para dizer que "a avó também mora perto de uma floresta" ou que ela "viu um cachorro na casa do vizinho" (no momento em que o lobo surge no texto, por exemplo). Quando assume o papel de narrador, essa flexibilidade de fronteiras entre experiência pessoal e situação imaginada se mostra tanto nos relatos reais como nas histórias ficcionais. "O mais comum e saudável é que a criança misture realidade e ficção para mais tarde separá-las", diz Maria Virgínia. Segundo a especialista, o adulto não deve questionar se o que ela conta é verdade ou invenção, mas embarcar na aventura e pedir mais detalhes. "Em muitos casos, ela vai rir ou dizer que o adulto já sabe que aquilo não é verdade." Em geral, a inquietação do professor vem do medo que isso se fixe como um padrão de comportamento - em outras palavras, que a mentira se torne uma constante na vida futura. "Os jogos de contar e a experiência com os usos sociais de comunicação são suficientes para a criança se ater cada vez mais aos fatos 'vividos' em seus relatos", afirma Maria Virgínia.

O único cuidado essencial ao professor é não tirar conclusões precipitadas sobre as narrativas. O aluno falar de uma briga violenta, por exemplo, não quer dizer que isso aconteça na casa dele. "Não é possível saber a quem as crianças se remetem com seus personagens", diz Ana Paula.
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    Fortaleza/ Juazeiro do Norte, Ceará, Brazil
    Professora em Juazeiro do Norte pela UFC Campos Cariri e apaixonada pelas boas coisas da vida: Deus, família, meu esposo, amigos, biblioteconomia... Mestranda em CI pela UFPB com o tema de pesquisa intitulado "Uma proposta de categorização dos ex-votos do Casarão: o museus do Padre Cícero em Juazeiro do Norte". Atuo na área de Recursos e Serviços de Informação. Outros nteresses de pesquisa: memória e representação da informação.